No entanto, o direito e à busca da felicidade que constava na Declaração de Independência dos Estados Unidos não era válido, na realidade, para todas as pessoas. A escravidão africana, por exemplo, foi plenamente mantida nos Estados Unidos até a Guerra de Secessão (1861-1865). Os líderes da independência dos Estados Unidos não se preocuparam com mais de meio milhão de africanos e seus descendentes que viviam em regime de trabalho escravo. Aliás, o próprio Thomas Jefferson foi um dos grandes proprietários de escravos do seu tempo, embora fosse, teoricamente, antiescravista e abolicionista.
Os índios norte-americanos também não tiveram o mesmo direito à liberdade e à felicidade garantido aos proprietários brancos.
Até mesmo as mulheres norte-americanas não tinham os mesmos direitos civis dos homens. Naquela época, a mulher era considerada um "ser frágil", por isso, muitas vezes, estava subordinada ao poder masculino.
Em linhas gerais, a cidadania na sua forma plena foi exercida pelos homens, adultos e brancos, pertencentes à burguesia industrial e comercial e ao grupo dos proprietários de fazendas e de escravos.
fonte:
http://www.dialetico.com/historia_2/historia_27.pdf
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